O corpo fala o tempo todo.
O problema é que aprendemos a ignorá-lo.
Tensão, fadiga, inquietação e desconforto não surgem do nada.
São respostas a um ritmo que não respeita limites.
Escutar o corpo não é dramatizar sintomas.
É reconhecer sinais antes que virem ruído.
Quando o corpo é ouvido, ele coopera.
Quando é ignorado, ele interrompe.
A pausa começa no corpo porque é ali que o presente acontece.
Pensamentos vão e vêm.
Sensações permanecem.
Escutar o corpo é voltar para o agora sem esforço.
É permitir que o ritmo interno seja referência novamente.